10 de março de 2012

Abrir e fechar portas...

Penso que os caminhos que se desdobraram e trilhamos são como portas abertas pelas quais passamos.
Quando um ciclo termina é o fim de uma trajetória por um caminho que percorremos.
A gente precisa fechar uma porta, sem contudo o esquecer o que há nela e o que aprendemos ali.

A partir do término de uma etapa temos uma nova visão para fazer escolhas, adquirimos mais amadurecimento para saber o que fazer e por onde ir. Assim temos a chance de abrir novas possibilidades, encontrando uma porta diferente adiante para seguir por ela. Alguma que nos leve para aonde ainda não exploramos mas agora com mais bagagem de vida queremos e podemos conhecer.


Portas entreabertas, que não decidimos se fechamos ou deixamos abertas fazem ruídos...

Uma porta que deixamos entreaberta em nosso trajeto nos faz espreitar enquanto decidimos se seguimos e abrimos novas possibilidades... Nós faz olhar para trás e hesitar, nos confunde o rumo, deixa perdidos. Como seguir em mais de uma direção de uma vez? Como entrar no novo se estamos apegados demais ao passado? Uma porta entreaberta mostra nossa insegurança em seguir adiante, nosso anseio de a qualquer momento poder fugir para onde já estivemos e achamos mais confortável. Precisamos saber o que levar dos caminhos que percorremos, ter referências, saber aonde buscar soluções e seguir levemente para frente! É preciso vencer a dificuldade de adaptar a novos contextos e buscar formas de lidar com o presente, ao invés de viver um retrocesso.

Portas de ciclos que já se encerraram não são mais as que devemos passar.
Já não é nosso caminho. E por não estar em nossas mãos fica a mercê das circunstâncias ...

O que acontece com a porta entreaberta?
O vento bate e ela range....
O vento bate e ela pode fechar de vez em um susto...
O vento bate e ela pode ficar escancarada...


Que cada um de nós seja um centro do processo das experiências.
Fechando e abrindo delicamente portas.
Começando e encerrando ciclos.
Sendo sujeitos da nossa história.
(Nathalia Wilke)

22 de fevereiro de 2012

Saudades do vovô

Tanto se aprende na vida
E muito se vive

E tudo passa....

Vai-se os momentos
Vai-se o mestre

Fica o ensinamento!

Então ... 
Nada se vai para sempre.

A lembrança não é uma forma de existência?



"Pretenda Sempre ser feliz
  Pretenda sempre o amor de alguém!"

Sabe o que nos leva além?
Não é o ponto de equilíbrio
Mas o vai e vem.

O cômodo é parado ...
Altos e baixos traduzem vida.

27 de janeiro de 2012

Canadá, here I go!

Olá navegantes 
Quem tem face, por favor vota pra eu ir ao Canadá aprender inglês! Pode to be? rs... 
1. Dê um Curtir/Like na página do ClickOn (https://www.facebook.com/clickonbr)
IMPORTANTE: Precisa clicar 2 vezes em votar pra contabilizar o voto. É uma vez antes de aparecer a janelinha do "fazer login" e outra vez depois de clicar nisso... que ai que conta =) 
Obrigada!!! 



1 de janeiro de 2012

Feliz ano novo!!!

Pessoal, 

Neste momento quero abrir espaço para divulgar um blog muito bom!!! 

Tem muitas reflexões de crescimento pessoal ótimas para se ler!!! 

Em especial, no clima de ano novo, quero hoje recomendar que leiam uma específica;

E que venha 2012! Feliz ano novo a todos =)) 




26 de dezembro de 2011

Longe e perto

O difícil não é ir longe.
É conseguir manter-se perto.
Perto de si mesmo, perto do seu centro...
Mesmo que neve, chova ou tenha vento.
(Nathalia Wilke)

23 de dezembro de 2011

Um feliz natal geral ;)












Hoje eu queria estar entre tantas pessoas, desejar um feliz natal e dar um abraço apertado em tanta gente.

Cada vez, em cada novo ano, em nosso contexto aparecem mais e mais pessoas. Parece que a família é e se torna sempre muito maior do que o que a gente chama de lar. São pessoas tão diferentes que me compõe, que eu estimo, que eu passo tempo junto. De tantos tipos, lugares, nacionalidades. Tem gente que sem eu ver eu levo em mim pelo que aprendi com elas. Tem tanta gente que compõe a minha história espalhada por aí, que eu gostaria hoje de agradecer. Mas não só hoje, não só porque é natal, até porque lembro de várias pessoas constante e frequentemente, até porque o que recebo destas fica  guardado em mim.

Pode soar ingrato não procurá-las nessa época. Mas acontece que um dia só é muito pouco para isto, um feliz natal ou feliz ano novo que seja é pequeno tantas vezes para caber o tamanho do que desejo a estas pessoas que me são importantes e especiais. E não são poucas... as vezes ser importante até mesmo por um momento e ocasião torna a pessoa importante para o resto da vida, nem sempre é preciso um contato prolongado para isso...

Eu queria que estas pessoas todas, ainda que por um instante, soubessem que eu não vou ter tempo suficiente para proporcionar na data de natal o presente que elas merecem. E que às vezes é preciso até mais que uma vida para isso e ainda é pouco. Então quero pedir que entendam se não receber o meu feliz natal. E que não é por que não quero isso, quero que sejam felizes em muito mais datas, inclusive todas, aliás sempre.  

Eu quero que vocês tenham consciência que meu presente a vocês pode vir materializado sem embrulho ao longo do ano, até mesmo sem nenhuma ocasião especial. Que se você é importante para mim, meu presente pode não vir embrulhado mas pessoalmente. Em forma de um sorriso, de um abraço, de um obrigada, de uma gentileza, de uma palavra, de um gesto, de uma ajuda. Pode vir tanto em uma ceia farta, quanto num lanche corriqueiro do dia a dia, pode ser escrito, falado, gritado a plenos pulmões ou sussurado. Pode ser visto em algum olhar de compreenssão, pode ser por uma ligação, pode ser em forma de motivação, pode ser em silêncio escutando atentamente um desabafo. Vai ser uma prova de que sempre que eu puder, no que precisar, se pode contar comigo. E você vai saber reconhecer no momento e vai sentir que a forma não tira o valor. E que o natal é só uma data, mas que a essência dele e as atitudes que condizem com o seu espírito é que valem, sendo bem vindos a todo e qualquer tempo.
(Nathalia Wilke)