16 de agosto de 2013

Sobre portas e caminhos

Com o passar do tempo e experiências, novos caminhos se tornam possíveis.
Abrir portas é se sentir apto para passar para outra fase.

Pode ser alguma relacionada a um mesmo tema, mas que nos leve para aonde ainda não exploramos, que nos permita caminhar adiante, em lugares que queremos e podemos conhecer.

Quando um ciclo ou etapa termina é o fim de uma trajetória que percorremos.
Precisamos fechar uma porta e isso não significa trancar e perder o acesso.
Significa continuar avançando para as que nos tiram do cômodo.

Reprodução: https://www.facebook.com/espacocrystal?fref=ts
Como seguir em mais de uma direção de uma vez?
Como entrar no novo se estamos apegados demais ao antigo?

Precisamos saber o que levar dos caminhos que percorremos, ter referências, saber aonde buscar soluções e seguir! É preciso vencer o desafio de adaptarmo-nos a novos contextos.

Portas que não decidimos se fechamos ou deixamos abertas fazem ruídos...
Uma entreaberta nos faz olhar para trás e hesitar, nos confunde o rumo.
Uma porta entreaberta mostra nossa insegurança em seguir.
Nosso anseio de a qualquer momento poder voltar para onde estivemos:
Fugir para o mais confortável.

Quais portas queremos abrir?
Quais portas precisamos fechar para seguir?

Que cada um de nós seja centro do processo das experiências.
Fechando e abrindo delicadamente as portas.
Começando e encerrando ciclos.
Sendo sujeitos da própria história.

Autora: Nathalia Wilke

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Expressar Impressão