13 de outubro de 2013

Nos palcos da vida

Há uma clássica frase de Charles Chaplin que dizA vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.” A existência se estrela no palco da vida. Muitas vezes com cenas sem testemunhas. Como as das vitórias silenciosas que temos no interior de nosso ser, ao encarar os nossos medos, angústias, dúvidas e os mais diversos desafios com coragem! 



Por outras vezes histórias se encontram e se juntam compondo algo maior, inesquecível. Em que mais do que haver testemunhas, há apoio para sonhar e chegar mais longe. Para isso não basta simplesmente olhar, é preciso ver. Não basta escutar é preciso ouvir. Entrar em contato com a alma e os sentidos!

Assim acontece o espetáculo diário: Variam os cenários, as pessoas, acontecem situações planejadas, outras surpreendem e exigem improvisos, fazem com que tenhamos que atuar sem preparação prévia mas com a vida cobrando decisões e a melhor postura possível. Dos tantos acontecimentos, alguns fazem refletir e nos transformam. Não podemos controlar as situações todas, mas podemos escolher como agir. E seja em um relacionamento, um filme, uma música, um livro ou um espetáculo, o que inspira e tem mais sentido é o que toca o coração no que temos de mais humano, a sensibilidade.


Sentimento é a coisa mais fina e nobre do mundo! 
Sensações, emoções, percepções...

Sendo essenciais para a vida, sabem nos dizer de coisas que não vimos. Carregam a força de mover, modificar e edificar feitos. Expressar emoção com palavra é tarefa desafiante. O dizer altera o que é dito. Só o estar feliz diz a felicidade, só o sofrer diz o sofrimento. Na palavra ninguém o reconhece, ou o reconhece de forma diferente. Esta forma que já não o reconhece quem o conta. Em um mundo muitas vezes frio, racional e calculista não há nada melhor do que quando encontramos pessoas que dão voz à sua essência e deixam transbordam os sentimentos mais belos. 

E assim, por sentirem-se bem, convidam a nos sentirmos assim também!  

Autora: Nathalia Wilke

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