27 de outubro de 2013

As grandes batalhas da vida!

A vida se faz na ação, se faz no agir, se faz no presente, se faz em processo dinâmico, se modifica rapidamente ou continuamente, de forma grotesca ou sutilmente. O tempo imprime marcas, as escolhas moldam do corpo ao caráter e integridade de cada um.

Lutamos sempre e diariamente por condições melhores, por mais conhecimento, para sobreviver, ou melhor ainda para viver, para encontrar um lugar para ficar, para encontrar um lugar e se encontrar. Para cumprir horários, compromissos, para conquistar um espaço no mundo profissional, na vida dos outros ou na sua própria agenda para se dar ao luxo de fazer nada ou o que quiser.

Luta para entender as pessoas, o contexto, até mesmo se entender. Luta para ter dinheiro, luta para ter bens, luta pelo bem, luta para ter direitos, luta para saber, luta para proteger-se e a quem está ao redor, luta pela qualidade de vida, pelo bom físico, pela boa alimentação. Luta para ser reconhecido, luta para administrar responsabilidades, luta para cuidar de necessidades diárias. Luta para planejar, para decidir, para seguir, para vencer a preguiça, o tédio, a acomodação. Luta para vencer desafios, superar dificuldades, seguir em frente, luta para ser, luta para amar, para sentir-se feliz.

A vida é também poder reencontrar sua segurança, voltar do campo de batalha e descansar em paz, aconchego de lar, abraço de irmão, colo de pai, afago de mãe, carinho de vó, papo de tia, conversa de amigo, lambida de cachorro.

Fonte: Reprodução/ http://goo.gl/jskfAM
A vida é a força do sentimento, palavra e gesto... é respirar e inspirar, a si e aos outros... e é preciso a vida é aproximar e saber distanciar. A vida é voar e pousar, é ter ancoras e poder navegar. A vida é vento que bate, onda que vem, pássaro que voa... é natural. A vida é ter um o lar e pelo mundo viajar, é ter amigos e inimigos para poder não duvidar, é ter fibra, coragem, enfrentar. É perder, é ganhar, é tentar, é querer, é poder e não poder. A vida é doce, é amarga, é salgada, é experiência de momentos e é lembranças. É viver o presente, sonhar o futuro, reviver as saudades.

A vida é  poder desfrutar do que temos a graça de poder fazer...  é sentimento de paz, de dever cumprido, de bateria recarregada, de poder recomeçar, de ter um porto-seguro, de ter com quem contar, de se saber entendida, de saber renascer de si, de ter certeza de aceitação, de principalmente se aceitar, de poder olhar a vulnerabilidade frente as nossas batalhas...

E o quanto nossas batalhas são na verdade mais para a gente do que para o mundo... devemos viver nossa fases, nossas necessidades, nosso momento. A vida é a sensibilidade de saber a hora de entrar em cena e a hora de sorrateiramente sair, a hora de dizer e de calar. É entender que cada um tem a sua para cuidar... é saber seguir junto e saber que uma hora as estradas podem mudar.

A vida é um processo de evolução contínua, não é sacrifício mas esforço. Não é força contra alguém mas força de vontade para cumprir as determinações, valores e preceitos... estas são as armas que nos permitem vencer. E nas grandes batalhas da vida, somos nós contra nós... para decidir nossa história em cada pequena escolha que realizamos nesta jornada magnífica.

Autora: Nathalia Wilke

16 de outubro de 2013

Fui assaltada!

Se isso te chamou atenção para continuar a ler, você precisa da mensagem que tenho para trazer hoje. Essa não é mais uma manchete que nos convida a ter medo, falta de crença na humanidade e desconfiança nas pessoas.

É impressionante como as notícias ruins chamam atenção e se disseminam facilmente, temos várias delas diariamente nos bombardeando por diferentes meios de comunicação. Quase nunca recheadas de esperança e otimismo, dão voz ao mal, espaço publicado e além disso texto, imagens e o que mais seja possível.

Posso fazer diferente?

Fonte: Reprodução/www.osvigaristas.com.br
Gostaria de deixar a minha notícia boa para todos vocês com relação à esse fato. Fui assaltada por dois homens armados, um tremendo susto, mas sou grata. Não pelo palpitar do coração e respiração ofegante, nem pelo choro de nervoso e a percepção do que poderia ter acontecido. Não seria tão romântica a ponto de ficar feliz com a violência explícita ou velada. Mas grata, porque pude re-significar a importância de cada dia de vida, me realinhar com o sentido de existir.

E em especial, por ter conhecido cinco pessoas que nunca havia visto antes na vida. Anjos em forma de gente! Pessoas que naquele momento puderam me acalmar, acolher, confortar e ajudar a voltar ao meu centro de equilíbrio emocional. Gostaria de dizer ao mal estampado em revistas e jornais, noticiado em TVs, redes sociais e comentado boca-a-boca: Jogo no outro time, do bem, e vencemos nesse dia! E podemos vencer em muitos mais!!! Dois homens me assaltaram, mais do que o dobro de pessoas me acolheu!!! O bem não está em silêncio, tem corpo, palavras, um abraço, um copo de água e traz a fé de que dias melhores podem vir. Obrigada a quem joga pra esse time, independente da posição que ocupa nele!

Somos do bem, bons e juntos, melhores ainda! 


13 de outubro de 2013

Nos palcos da vida

Há uma clássica frase de Charles Chaplin que dizA vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.” A existência se estrela no palco da vida. Muitas vezes com cenas sem testemunhas. Como as das vitórias silenciosas que temos no interior de nosso ser, ao encarar os nossos medos, angústias, dúvidas e os mais diversos desafios com coragem! 



Por outras vezes histórias se encontram e se juntam compondo algo maior, inesquecível. Em que mais do que haver testemunhas, há apoio para sonhar e chegar mais longe. Para isso não basta simplesmente olhar, é preciso ver. Não basta escutar é preciso ouvir. Entrar em contato com a alma e os sentidos!

Assim acontece o espetáculo diário: Variam os cenários, as pessoas, acontecem situações planejadas, outras surpreendem e exigem improvisos, fazem com que tenhamos que atuar sem preparação prévia mas com a vida cobrando decisões e a melhor postura possível. Dos tantos acontecimentos, alguns fazem refletir e nos transformam. Não podemos controlar as situações todas, mas podemos escolher como agir. E seja em um relacionamento, um filme, uma música, um livro ou um espetáculo, o que inspira e tem mais sentido é o que toca o coração no que temos de mais humano, a sensibilidade.


Sentimento é a coisa mais fina e nobre do mundo! 
Sensações, emoções, percepções...

Sendo essenciais para a vida, sabem nos dizer de coisas que não vimos. Carregam a força de mover, modificar e edificar feitos. Expressar emoção com palavra é tarefa desafiante. O dizer altera o que é dito. Só o estar feliz diz a felicidade, só o sofrer diz o sofrimento. Na palavra ninguém o reconhece, ou o reconhece de forma diferente. Esta forma que já não o reconhece quem o conta. Em um mundo muitas vezes frio, racional e calculista não há nada melhor do que quando encontramos pessoas que dão voz à sua essência e deixam transbordam os sentimentos mais belos. 

E assim, por sentirem-se bem, convidam a nos sentirmos assim também!  

Autora: Nathalia Wilke

29 de setembro de 2013

Capela dos ossos




        Interessante?
        Bonita?
        Diferente?
        Macabra?
        Estranha?...

A Capela dos Ossos foi construída no século XVI com crânios e caveiras. Somente de crânios, segundo informações divulgadas no local, foram calculados cerca de 5 mil.

A capela, localizada na cidade de Évora (Portugal), é um lugar que nos convida a grande reflexão. O clima do lugar nos inquieta e é de provocar reviravoltas em nossas concepções.

Quem teriam sidos estas pessoas que hoje, em ossos tão semelhantes, compõe as paredes de uma capela visitada por turistas dos mais diversos locais do mundo? Sabe-se lá as experiência que tiveram, as emoções que viveram, as crenças que tinham, os sonhos que sonharam, o que realizaram...

Na entrada lê-se:
“Nós ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos”



A frase incomoda, mas nos coloca diante do fato de que nossa vida é frágil e passageira... uma constatação evidente da qual nem sempre nos damos conta. Assim, não é demais parar para pensar sobre o que vale realmente lutar. Para quê perder o precioso tempo com futilidades, mesquinharias e tolices que apenas degradam as relações humanas e envenenam a alma? Não vale a pena. Muito menos cultivar a soberba, se atribuir importância superior, adotar uma postura arrogante e achar-se com posse da verdade.


A simplicidade é uma grande virtude e a busca da verdade deve ser constante, ainda que para isto seja preciso abrir mão de caminhos que conhecemos bem e jogar-se ao novo. Diante da efemeridade da vida, é válido acordar para fazer o que não acreditamos ou ousar viver nossos sonhos a cada dia? Buscar deixar um legado significativo pensando na coletividade ou alimentar o egoísmo? Steve Jobs tem uma frase interessante a esse respeito: "Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração."


Quem somos nós hoje, senão passageiros em uma casa que chamamos de corpo, vivendo uma aventura única e inédita? Após nascer a única certeza que temos é a da morte, para o qual ninguém está preparado.
E não pensamos que pode ser hoje, amanhã.
Mas pode.

Tem situações que nos trazem essa consciência.
A cada dia, agradeça o dia. Viva o presente como o que de fato ele é, um presente!

Cuide de você, dos outros e desse planetinha fazendo dessa aventura uma experiência incrível. Para quê adiar envolver com o que realmente acreditamos? Vamos valorizar cada suspiro, cada respiração e momento? Aproveitar e viver intensamente da melhor forma, procurando também levar isso para que está ao redor? O que deixaremos quando um dia, que sonhamos distante, partirmos? 

"A vida é muito curta para ser pequena! "
Benjamin Disraeli

Ainda dentro da reflexão, vale a pena ver esse trecho do filme "Sociedade dos Poetas mortos"


Carpe Diem! 

Autora: Nathalia Wilke

15 de setembro de 2013

Processamento de fatos

Fonte: Reprodução: ultradownloads.com.br
Ok, eu sou um sistema complexo.

E como sistema complexo sou equipada com um megaprocessador interno que capta os estímulos e percepções ao meu redor (input) e converte internamente para ser salvo e armazenado em forma de pensamentos e memórias. Essa base de dados/fatos fica disponível facilmente para uso quanto mais a acesso. Costumo usar quando em interação com o meio ambiente, para determinar respostas operacionais adequadas(output).

Entre as memórias que processo, algumas ficam por algum pouco tempo, outras se perdem, outras nem se quisesse eu poderia se deletar pois fazem parte essencial do processo operacional vital. Outro dia estava pesquisando por memórias do meu disco flexível de ideias. Me perdi no meio de lembranças que encontrei armazenadas.

Pensei em formatar ou compactar algumas para dar mais velocidade de processamento, ficar mais leve. Também editar outras, colocando atualizações mais recentes que permitam que funcione melhor. Instalando programas de novos idiomas como inglês e espanhol. Além disso, coloquei antivírus contra mal-humor, preguiça, pensamentos negativos. Estas pragas atrapalham que se funcione da melhor maneira. E ainda podem contagiar outros sistemas operacionais com quem se entra em contato.

Fonte: Reprodução: ultradownloads.com.br
Fiz backup de coisas que não posso perder de vista; Um arquivo era "Meus sonhos", outro chamava-se "Saúde" e outro bem importante é o "Cuidar de quem eu amo, incluso eu mesma". Todos foram devidamente armazenados, salvos e protegidos. Tem backup também, num dispositivo móvel chamado "Amigos" e ainda num outro chamado "Família". É impressionante como eles tem poder de resgatar estes arquivos se preciso for, e com muita eficiência!

Com a instalação do pacote Macrosentimentos Office, que vem com gratidão, coragem e empatia, o sistema melhora o seu potencial de realização de tarefas. Com a fonte de energia devidamente conectada na fonte de luz a bateria fica carregada.

Mas o processamento de fatos tem uma particularidade que o deixa mais complexo de ser realizado, envolve algo que balança até mesmo os sistemas mais avançados: Coloca-se um coração no meio da história e o sistema já não é simplesmente só sistema: É humano.

Autora: Nathalia Wilke

3 de setembro de 2013

Multitarefa

Fonte: Reprodução:http://www.gadgetreview.com
Você está fazendo uma tarefa, quando o telefone toca. Enquanto conversa você vê que chega um e-mail pedindo confirmação de uma reunião e digita uma resposta, logo, faz notas sobre tarefas daquilo que precisa apresentar, finaliza a ligação enquanto já está com o celular na mão e dá um clique para ver uma mensagem que chegou e começa a responder. Quando alguém no mesmo ambiente chama seu nome e faz uma pergunta. 


Socorro!!! Não é?! Mas quantas vezes não nos vemos em situação parecida? 


Multitarefa é a habilidade de realizar várias coisas ao mesmo tempo. Em um mundo com muita informação e que vive em um ritmo frenético isso pode ser visto muitas vezes como qualidade. Mas engana-se que quem pensa que fazer várias coisas em simultâneo é mais eficiente, o cérebro tem uma capacidade limitada de processamento de informações e não está preparado para se concentrar em mais de uma tarefa ao mesmo tempo.    

A revista Time, em parceria com a Inc. publicou um artigo recente interessante sobre multitask, que é o termo em inglês, que mostra que a mente humana não é preparada para ser multitarefa e que esta pode ter efeitos nocivos a longo prazo na função cerebral.
Fonte: Reprodução/Mind Tools

Em um estudo de 2009, o pesquisador de Stanford Clifford Nass desafiou 262 estudantes universitários para completar experimentos que envolveram três coisas: (a) realizar atividades, (b) filtrar informações irrelevantes, e (c) usar a memória de trabalho. A expectativa era mostrar o quanto que fazer várias coisas ao mesmo tempo poderia ser produtivo, entretanto, o resultado foi totalmente o oposto. Eles descobriram as pessoas multitarefa foram péssimas nas três tarefas avaliadas.

Os indivíduos multitarefa, se comparados aos que se dedicam apenas a uma atividade, frequentemente apresentam resultados inferiores, pois reduzem sua capacidade de compreensão e precisão de respostas.

O artigo publicado coloca multitarefa como um estado que podemos vivenciar de forma momentânea ou crônica, que é quando torna-se freqüente estar multitarefa e constitui um hábito. Quando alternarmos tarefas, as nossas mentes precisam se reorientar para lidar com as novas informações. Se fizermos isso rapidamente, como quando estamos multitarefa, nós simplesmente não podemos dedicar a nossa concentração total a cada mudança de foco. Portanto, repercute na qualidade do trabalho, que quanto mais complexo e técnico tem mais probabilidade de haver perda de qualidade. 


Outra grande desvantagem para multitarefa é o efeito que tem sobre os nossos níveis de estresse. Lidar com várias coisas ao mesmo tempo nos faz sentir sobrecarregados, esgotados e exaustos. Mas quando concentramos em uma coisa sentimos melhor e fluindo.


Fonte: Reprodução: multitaskerformobiles.blogspot.com

Se identificou com o estado multitarefa? Eu também, e estava refletindo sobre isso, muitas vezes estamos no modo multitarefa sem nos darmos conta. É preciso primeiramente identificar o quando isso acontece. Normalmente quando se tem muitas pastas e papéis na mesa, quando há várias abas abertas no computador. E claro, é mais provável estar neste modo quando interrupções são freqüentes, sendo por regulação interna ou influências ambientais e externas.


O artigo tem ainda, algumas sugestões para ajudar a reduzir a multitarefa:


"·        Planeje o seu dia definindo horários específicos para fazer chamadas, responder e-mails e fazer pesquisas.
·         Saiba como melhorar sua concentração para que você possa prestar atenção​ em uma tarefa de cada vez. Isso pode parecer estranho no início, se você costuma ser multitarefa. Mas você vai se surpreender com o quanto você rende mais apenas por se concentrar em uma coisa de cada vez.
·         Toda vez que você desejar parar e verificar seu e-mail ou fazer uma chamada quando deveria estar fazendo outra coisa, respire profundamente e resista à tentação. Concentre sua atenção de volta para o que você deveria estar fazendo.
·         Se você recebe um alerta sonoro ou visual quando e-mails chegam, desligue. Isso pode ajudá-lo a evitar a tentação de verificar sua caixa de entrada sempre que você receber novos e-mails.
·         Sempre que você encontrar-se multitarefa, pare. Tire cinco minutos para sentar-se calmamente em sua mesa com os olhos fechados. Mesmo pausas curtas como esta podem centrar a sua mente, reduzir seus níveis de estresse e melhorar a sua concentração. Além disso, ele pode dar a seu cérebro uma pausa bem-vinda durante um dia agitado.
·         Haverá momentos em que algo urgente surge e você não pode evitar interrupções. Mas, em vez de tentar ser multitarefa, pare e faça uma nota de onde você deixou a sua tarefa atual. Registre quaisquer pensamentos que você teve sobre como avançar. Em seguida, lide com o problema imediato, antes de voltar para o que estava fazendo. Desta forma, você vai ser capaz de lidar com ambas as tarefas bem, e você vai deixar-se com algumas pistas para ajudá-lo a reiniciar a tarefa original mais rapidamente.
·         Se você encontrar sua mente vagando em um momento que você deve se concentrar em outra coisa, precisa guiar os seus pensamentos de volta para o que você está fazendo, colocando-se no momento. Por exemplo, você pode estar sentado em uma importante reunião com a equipe, mas pensando em um discurso que você estará dando breve. Diga a si mesmo: "Eu estou neste encontro, preciso concentrar no que estou aprendendo aqui." Muitas vezes, reconhecer o momento pode ajudar a mantê-lo focado." (Mind Tools
Fonte: Reprodução: www.universoyoga.org.br 
Concentrar na respiração também pode apoiar muito nisso de nos mantermos no presente! Agora que sabemos disso tudo, vamos nos organizar, eliminar distratores e eleger uma ordem de prioridade para fazer as coisas?

Nossos cérebros agradecem!

Celebrar!

É aceitação e o reconhecimento do que se fez.
do passo dado na estrada;
da flecha atirada no momento oportuno;
do erro que ensinou e da pessoa que com ele aprendeu.
Do acerto que fez mérito.
Celebração se traduz em realização.
Música, sorriso, abraço, conquista, emoção!
Celebrar é energizar, para manter acessa a chama.
Chama de luz própria de cada ser, que ilumina rumo a sonhos. 
Porque para onde a estrada da vida nos leva, depende de onde queremos ir.
Que depende de quem somos! 

Celebremos o ser, o fazer, o acontecer, o amar, o viver!

Fonte: Reprodução/Site Lojas Pax
Autora: Nathalia Wilke