31 de maio de 2011

Acima de tudo

Deus está comigo em todas as minhas escolhas, nas pessoas que aparecem em meu caminho, no encaminhamento que a vida acaba por seguir, nas coisas que faço. 
Deus vê minhas lutas e vê o quanto quero sua intervenção sempre.
Deus me guia, me ilumina, abençoa e protege.
Ele gosta de mim e quer meu bem.
Ele quer que eu aprenda, quer que eu tenha liberdade.
Seu caminho para mim é certo... 
É o caminho do amor e da felicidade, se tento sair dele, ele me indica novamente. 
Ele é paciente, é sábio e escreve certo em linhas tortas.
Deus me fez à sua semelhança por isto sou capaz, inteligente, forte e amorosa.
Ele não me julga e está comigo em todo momento.
Eu nunca estarei sozinha pois o tenho comigo.
Nas minhas incertezas, indecisões, nos meus impulsos e tentativas ele vislumbra que estou buscando, esforçando, que quero a excelência.
E assim será meu destino, de crescimentos e etapas.
Conforme a permissão dele portas se abrem, abre-se a mente, alargam-se os caminhos e eu vou construindo minhas estradas e vivendo com intensidade minuto a minuto, percorrendo o trajeto delicioso, duro, divertido, interessante e tão cheio de emoção que é a vida!

O que chamo de Deus pode ter outros nomes também dependendo da sua crença. Não quero falar de religião em específico, cada um que tenha a sua que quiser e acredite, e que seja a que lhe faz bem. Se não tiver também não tem problema. Cada um com seu cada um, eu tenho uma fé em uma força maior que chame a que preferir ou não chame mas possivelmente você sinte.  
Acho que a gente deve ter alguma espiritualidade e crença em uma força maior para viver e ver sentido na nossa existência! 

28 de maio de 2011

Auto-entrevista à autora

Depois de quase um ano depois de um intercâmbio você está prestes a voltar.
Qual é a sensação?
Me sinto feliz por uma etapa que vivi, deixo aqui muito, vou reencontrar o lugar de que partir a um ano, as pessoas que lá estão... É tristeza e alegria num misto que não sei explicar bem...
Sentirei saudades de várias pessoas que conheci, de momentos, de lugares,  de possibilidades, até da maneiras de falarem, de poder atravessar a rua e o carro parar, de ir andando para todo canto da cidade. Ao mesmo tempo volto para matar saudades de quem deixei no Brasil, família, amigos, do clima de lá, da forma de viver, de sabores, de lugares, de possibilidades.
Como disse muito bem uma amiga minha estes dias, a saudade é um sentimentos volúvel, a gente sempre vai sentir daquilo que foi bom. É um tempo que não volta mais,  assim como sinto saudades das brincadeiras com meus amigos na infância, senti do Brasil, vou sentir de Portugal. 
Foi uma etapa da minha vida muito importante. Com ela aprendi bastante sobre a vida, as pessoas, sobre mim mesma, me abriu a mente poder viver em outro lugar.

Porque acha importante um intercâmbio?
Porque se aprende muito a cada dia com cada experiência.
Pude ver o quão cômodo é o que já é familiar, o quão cômodo é viver em ambientes que já tenho conhecimento para enfrentar.
Mas quando as pessoas são novas, as certezas são poucas, o território é desconhecido... então a gente vê mesmo o quanto é humano, imperfeito, frágil, o quanto o ser precisa ser e fazer para continuar em frente levemente...
A gente evolui e passa a entender melhor a vida quando se permite ver que o mundo é bem maior do que cabe em nossa concepção limitada e parcial dos fenômenos.
Todo mundo deveria fazer um intercâmbio para onde quer que fosse, é uma escola que ultrapassa os espaço acadêmico. É uma escola para a vida.

O que você leva desta experiência para o Brasil?
Acredito que o de menos é a bagagem que vai no avião comigo, e olha que posso transportar 64 kilos e uma bagagem de mão!  Levo aprendizado, muito aprendizado. Levo a mim mesma depois de crescer numa proporção do governo de JK (50 anos em 5). Rsrs...

Qual foi o maior aprendizado que teve neste processo?
Quando se fala de aprendizado penso que a resposta que mais comum seria dizer que aprendeu sobre a cultura, sobre o curso, sobre o país, um idioma, como se virar, aprendeu que consegue mais do que imagina, que descobriu potencialidades que sequer imaginava, que se tornou mais independente. Sem negar nenhuma das constatações anteriores para mim o que aprendi mais foi sobre a ignorância. Somos todos ignorantes em aspectos da vida que não dominamos e ao ter contato com eles podemos perceber... Vemos o quanto o mundo é grande, desconhecido, o quão pequenos somos, o tanto que temos para aprender e que ainda teremos. E não adianta esforçarmos nosso máximo para sanar esta ignorância, até convêm mas não exclui o fato de que morreremos ainda ignorantes de muita coisa... Ainda que sábios, ainda que respeitosos, ainda que inteligentes, ainda que estudiosos, atentos... Temos que aceitar humildemente nossa ignorância por sermos seres humanos em um mundo em que não há uma verdade  única, que há formas e formas de viver, de ser, diversas manifestações culturais. Neste contexto a gente se adapta, se reconstrói, descobre novas perspectivas. Descobre que a capacidade de escuta, de observação, de questionamento são grandes aliadas, vive a aceitação de que todos somos aprendizes. Independente de idade e  grau de instrução, cada um aprende e cada um ensina aos outros, essa é a dinâmica essencial da vida.

Você faria outro intercâmbio ou um já bastou?
Fonte: Reprodução/http://noticias.universia.com.br/
Faria sim, Considero esta possibilidade para um momento futuro, para a concretização de mestrado ou doutorado talvez. Ainda preciso amadurecer as idéias a respeito, tem passos antes é claro. Mas agora tenho mais segurança de que consigo enfrentar este tipo de desafio, aprendi mais sobre o que é viver longe de tudo e todos que nos são familiares. Mas para antes destes graus acadêmicos tenho vontade e necessidade também de dominar outro idioma. Sei que a melhor forma é aprender estando inserida em uma cultura, para ter maior contato com a pronuncia, para poder ter mais prática, aprender mais do que a linguagem mas também o como as pessoas vivem. Meu próximo intercâmbio eu quero e espero que seja para um país de língua inglesa, espanhola... (tendo uma perspectiva otimista de que vai haver próximo, positividade sempre!) Tenho que estudar as possibilidades e também trabalhar um pouco para viabilizar este sonho. 

Autora e entrevistadora: Nathalia Wilke

24 de maio de 2011

Palavras jogadas ao vento


Escrevo sobre a vida, mas a vida é assim:
Um página em branco a cada dia por escrever o que virá a ser. 


Vim e agora Volto!

Agora me preparo para um etapa final, se aproxima a parte de voltar e penso que a postura para quando retornar deve ser pensada e encarada com muita sabedoria.

Sabedoria em saber transmitir como foi a realidade que vivi.
A gente tem a tendência a pensar que o jardim do outro é mais verde, que o que está longe é melhor, que o distante é o que precisávamos. Isto tudo porque toda realidade tem seu lado bonito e seu lado feio. Tem o que gostamos e o que também preferíamos que fosse de outra maneira, por isto o ideal nunca está aqui, está sempre no lá para muitas pessoas ( confesso que já foi assim para mim)

Quando sentia saudades do Brasil aqui por exemplo, o Brasil era o lugar, aonde tinham as pessoas, onde tinha as oportunidades.
Quando eu sentir saudades da Europa posso cair nesta mesma perspectiva de que a Europa era o lugar, onde tinha as possibilidades e as pessoas.

Eu acho ridículo quando alguém que vai para o exterior volta ao Brasil dizendo "Nossa, aqui está péssimo. Aqui não tem jeito de se viver bem, temos que ir para fora. Lá é que as pessoas tem como ter qualidade de vida, lá é diferente, lá é bem melhor, todos são mais valorizados, não tem violência, as estradas são boas, as pessoas se respeitam" . Eu penso que quem tem uma colocação assim planta a desesperança. Que quem diz isto não teve de fato a possibilidade de realmente aprender no lugar algo de útil e volta disseminando uma onda de mal-estar e insatisfação a quem está no Brasil. Que quem volta com a imaturidade deste jeito não deveria sequer ter retornado.

Eu acredito na possibilidade de utilizar o que aprendi para poder fazer melhor o lugar que nasci, acredito que é preciso abrir a mente, é preciso conhecer e viver outra realidade e acredito que as vezes é preciso partir para saber o valor do que fica. Acredito que em todos os lugares vai ter como disse anteriormente um lado bonito e um lado feio. Vi muita coisa melhor por aqui, muita pior... No final das contas todos os lugares tem seres humanos e seres humanos tem suas imperfeições. Nenhuma sociedade é a melhor, a gente deve absorver o que de bom aprendeu para poder melhorar o lugar que vive no que vê que é necessário. O Brasil também é o lugar que é idealizado por muita gente da Europa... Sabiam? Tem recursos naturais, territorios grandes, clima bom, está em crescimento, tem um cultura alegre.

Tem muita qualidade de vida do lado de cá, muita tecnologia, lugares bonitos ... Mas eu to voltando de tudo isso para o Brasil e afirmo que estou indo para um lugar que adoro, que tem muitas qualidades, potencialidades, lugares bonitos, tecnologia, pessoas queridas...  E o que faz a diferença mesmo não é aonde você está mas o que você faz... Já dizia Gandhi " O que você faz, faz o mundo" 

Chaves...

Esqueci a chave de casa dentro de casa...

Isso significa que tive que ficar esperando até ter alguém para abrir para mim.

Liguei para a senhoria e ela informou que depois de uma hora e meia mais ou menos seu filho iria à casa.

Fui para a biblioteca para esperar e que coincidência do destino fantástica;

Achei um livro ótimo na estante que é  a primeira que se vê quando entra.

Chama-se Musicofilia, do Oliver Sacks...
Tem uma narrativa bem envolvente e descreve casos de pessoas e a relação que a música tinha com o seu estado neurológico. Utiliza da ciência e da espiritualidade para tentar enteder os descrever vários fenômenos... 

 Estou lendo ele agora... não sei dizer muito porque estou no comecinho mas está parecendo que continuará bom! 

É interessante porque estou cada vez mais tendendo para trabalho com artes

Foi o curso de arteterapia, a materia de terapias expressivas que adorei, um curso sobre o método de dalcroze que quero e vou fazer estes dias....

De certa forma foi até bom eu ter esquecido a chave ....

Meu "abriu uma porta" metaforicamente dizendo!

Heheheh ... 


Mineiras peculiares

"Trem" se refere a qualquer objeto, pessoa, lugar que se queira... Basta pronunciar e indicar para explicar o que é exatamente. 

"Cê" é uma evolução linguística da comunicação oral. Enquanto na antiguidade falava-se "Vossa Mercê", passou depois para "Vosmicê" depois"Você" e os mineiros são ainda mais práticos em sua terminologia "Cê"

Estas são mineiras peculiares de dizer os trem... 
Ops, maneiras peculiares de dizer as coisas no estado do Brasil em que nasci.
;) 

Meu blog é cultura!

hahahaha


Sobre netuno pouco se sabe

Sobre netuno pouco se sabe.
Pouco se sabe porque pouco se sabe.
Sendo assim pouco se sabe.

As pesquisas mostram que sobre netuno pouco se sabe.
As evidências apontam que sobre netuno pouco se sabe.
Pouco se sabe porque pouco se sabe e pouco sabendo sobre netuno é possível afirmar que se sabe pouco sobre netuno . Os estudiosos de netuno investigaram e concluíram pouco porque pouco se sabe sobre netuno. As pessoas mais entendidas sobre netuno sabem pouco sobre netuno porque sobre netuno pouco se sabe. Pouco se sabe porque pouco se sabe, desta maneira a literatura afirma que ainda é preciso maiores estudos porque sobre netuno pouco se sabe.

Foi na quinta série do ensino médio que quando solicitado que fosse escrito um texto sobre netuno o meu ficou algo fantástico e desta espécie. De brincadeira de criança e de propósito.
Hoje numa tarde chuvosa vi isto sobre uma nova perspectiva.
Usei diversas maneiras diferentes para exprimir uma idéia, gastei palavras para explicar que simplesmente não tinha conteúdo suficiente para escrever um texto. Era algo que se tinha muita informação.  Sei que o texto deu em letras pequenas duas páginas de uma folha. UAU né?

Para que gastar muitas palavra quando quer convencer que sabe alguma coisa sobre algo que de fato não sabe? Ser simples não é errar. Praticidade não é ignorância. Objetividade pode ser acertividade. Isto não se mede por um longo discurso mas em conteúdo. O fato de parecer elaborado e consistente um discurso não significa que ele tem fundamento.
Apesar de aparentar inteligência, confiança, entendimento...

Pense bem algo feito nos moldes anteriores se não convenceria se não fosse algo tão feito realmente com palavras mais bem escolhidas e menos escancarado o objetivo crítico através da repetição incessante do texto de formas distintas.

Se você entendeu, bem.
Senão amém...
No final das contas a verdade é que sobre netuno pouco se sabe.

(Para você que está fazendo uma pesquisa sobre netuno e se atualmente já tem muita coisa desvendada acerca do nono planeta do sistema solar, ok... Considere a época e o contexto a qual me refiro. Considere sobretudo o objetivo deste meu texto. O pouco que se sabe vai além de dizer que se sabe pouco. Sim, há dados concretos sobre este planeta. Portanto, se você está pesquisando sobre netuno a sério saia imediatamente daqui porque deve ter uma fonte melhor para seu estudo. Agora que possivelmente temos que considerar um décimo planeta no sistema solar talvez netuno já esteja ainda mais "explorado" pelos satélites e afins . Boa sorte e bons estudos! Thau... ) 

23 de maio de 2011

Seja onde você estiver, você está lá.

Diariamente eu me deparo com uma lista de tarefas que me propus. Alguns delas são objetivos pessoais, outras profissionais, algumas são necessidades e todas por alguma razão em acredito que é necessário cumprir.
Todos os dias quando acordo eu lembro do que é preciso fazer ( Tudo bem, nem sempre me lembro neste caso a lista que fiz é ainda mais útil). A partir do momento em que defino uma direção lá vou eu, saio para ir ao supermercado, preciso imprimir um papel, pegar um transporte, escrever um trabalho... (enfim, não vou listar de fato tudo da minha vida, foi um exemplo de tarefas) . E assim a gente vai vivendo, muitas vezes indo dormir feliz por ter conseguido realizar muita coisa, e novamente ao acordar tem mais outras várias, é matar um leão por dia... e dia após dia parece que todo o tempo do mundo não é suficiente, que após uma tarefa vai surgir uma, outra, mais uma, mais outra, num ciclo interminável.
Assim é mesmo a vida, dinâmica... e vai ter horas que vai parecer que o que você tem para fazer é muito, que não é possível que nunca termine, que está ficando cansativo correr atrás dos seus ideiais, das suas vontades e sonhos, que tudo que você mais precisa é parar, dormir, sair, destrair... talvez seja mesmo.
Eu sinto que quando a gente tem muito foco no que precisamos fazer a gente ignora muitas escolhas que não vão ao encontro. Isto é positivo para determinarmos nosso caminho e sermos bons de fato em algo. Porém algo curioso me aconteceu nesta busca de excelência, de estar certa, cumprindo a minha listinha do que tinha que fazer. Isto me fez pensar ...
Dias desses eu vi um curso que queria fazer em Aveiro, mandei email, liguei, combinei a inscrição, me planejei para ir, reservei hostel, olhei horário do ônibus, o mapa para chegar, tudo ok. Depois iria encontrar com minha mãe e meu padrasto para podermos viajar. Me preparei e lá fui eu sozinha para lá, quando a gente está assim a preocupação de que dê tudo certo é maior. Então fiquei concentradissima em todos os meus passos. Curioso é que o curso que fui fazer era sobre arteterapia e de fato além de aprender os fundamentos vi o efeito que fez em mim .
Vou me recordar sempre da parte em que uma das palestrantes nos convidou a sair da sala e ir para a rua. Fizemos uma dinâmica de relaxamento, de alongamento, de interiorização e ficamos de olhos fechados apenas ouvindo tudo que acontece ao nosso redor. Depois voltamos para a sala... todos nós tínhamos captado muitos sons do ambiente da rua, tínhamos que reproduzir um ao mesmo tempo que outras pessoas faziam o mesmo no grupo. Saiu uma composição fantástica, parecia que havíamos treinado o diálogo de sons que se estabeleceu.
Depois chegou a hora de conversamos sobre o que observamos com a vivência. Cada pessoa falou algo diferente, para cada um aquele momento foi de um significado... O que me marcou foi a quantidade de sons que tinha na rua e que na hora que estava olhos fechados eu além de ouvir pude escutar (o que chamo de tomar consciência). Por acaso tinha vários passarinhos cantando ... e eu tinha passado pela mesma rua antes de ir ao curso duas vezes e não os tinha ouvido (estava muito concentrada no meu foco, no que tinha para fazer, para cumprir, onde tinha que chegar). Parece que das primeiras vezes passei por um lugar mas não estava presente nele, não o senti, absorvi, observei... Foco é bom, sim ... mas pense, se as vezes não restringimos nosso mundo e o foco se torna algo que é um fardo porque simplesmente estamos tão imersos que desconsideramos quase que sem querer outros aspectos da nossa existência.
Hoje você já escutou os passarinhos que cantam? 

18 de maio de 2011

PÃO DE QUEIJO ESPECIAL DA POUSADA SANTUÁRIO - CAETÉ

Ingredientes
1 quilo de polvilho azedo
4 ovos
1 copo e meio de leite
1 copo e meio de óleo
1 colher de sopa de sal
3 batatas médias cozidas e amassadas
750 gramas de queijo canastra curado ralado

Modo de Fazer
Misture todos os ingredientes deixando o queijo por último.
Dê forma para a massa de pão de queijo fazendo bolinhas e congele.
Depois é somente colocar no forno para assar e pronto!

Por Maria Teresa de Castro

Queridos professores

Fui do tipo de aluna aplicada, de responder as questões da forma desejada, de estar no horário certo na aula e fazer silêncio, de cumprir as datas, fazer os deveres e tarefas, prestar atenção, dedicar, por vezes entender e outras precisar decorar. Aprendi lições e pus em prova na escola. Passei satisfatoriamente e bem! Cumpri o designado e isso bastou por muito tempo. Aprendia no tempo designado para eu aprender o que as escolhas tinham nos planos curriculares e acharam importante me transmitir. Busquei perfeição e aprovação.

Um dia foi preciso ir para a escola da vida, onde primeiro você tem uma prova e depois aprende uma lição. Esta hora é a que se percebe que nem tudo que você precisava de fato foi ensinado no espaço da sala de aula e o quanto experiências são mais engrandecedoras que falar sobre elas. Algumas coisas das que escutei me recordo e a maioria esqueci. E sou jovem. (O alemão nem tem como ter pegado, o Alzhaimer... rs)
Mas contudo sei bem de gestos que vivi, das brincadeiras, de tons de voz, sei de quem me proporcionava bem estar. Não me lembro de vários personagens históricos que me diziam importantes mas sei falar de quem foi importante para mim e fez diferença na minha vida. Lembro de conversas com amigos, lembro da minha família, lembro dos nomes dos meus bichinhos. Lembro do livro que queria ler e li mas pouco sei da história daquele que me obrigaram ler para a prova. Lembro dos trabalhos, com músicas que compus para alegrar uma rotina de estudos, lembro que criava histórias para contar um fenômeno e lembro delas... mas dos trabalhos que eu reproduzia fatos para constar que haviam me passado a matéria simplesmente é isso mesmo: foi passado. E agora está no passado e não me vem a cabeça fácil. Que tempo perdido tanta coisa que colocaram na minha cabeça que eu nem queria saber por vezes me ocupavam de centrar no que gostava.

Já cheguei a detestar estudar, a fazer por obrigação, a estar em um lugar com a cabeça em outra. Será que tem que ser assim?  Na vida a gente precisa mesmo estudar para conseguir lidar com um contexto de exigências múltiplas, mas que o estudo foi feito para a vida, para possibilitar entendimentos que levem a tomadas de decisões acertivas. Estudar não tem que ser chato, por mais que exija disciplina. Aprender exige prazer e motivação. Ensine seus alunos a sonhar, insira-os na busca e mostre ferramentas para que possam realizar ações. Ensine o que tem utilidade, use a critividade, torne bom o momento. Mostre que aprender é uma dádiva e é uma delícia. Professores sejam criativos para manter viva a vontade de aprender. Mais importante que a matéria é a vida e viver. Aprender não se resume a aprendizados em que se fica sentado. A vida não está no universo mental, a vida está no ser, em um ser integral, em um ser humano pleno. 

(Se refere sobretudo a quem me exige decorebas e ao contexto estudantil de escola, cujos moldes tenho algumas críticas) 

Arroz com Camarão

hum...


Como fazer...
Fritar o camarão (depois de cozido) com paprica, alho moido, cebola e óleo.
Colocar o arroz para cozinhar em água, acrescentar os legumes (tudo na mesma panela)
Acrescentar sal.
(By Jorge)

Compartilharei com vocês aqui também algumas receitas gostosas como esta!
Assim fica o registro e não me esqueço as experiências gastronômicas aprendidas além de passar adiante
:D

Arroz com Camarão

hum...


Como fazer...
Fritar o camarão (depois de cozido) com paprica, alho moido, cebola e óleo.
Colocar o arroz para cozinhar em água, acrescentar os legumes (tudo na mesma panela)
Acrescentar sal.
(By Jorge)

Compartilharei com vocês aqui também algumas receitas gostosas como esta!
Assim fica o registro e não me esqueço as experiências gastronômicas aprendidas além de passar adiante
:D

Página de uma história

Me disseram uma vez:

Viva sua vida, 
seja feliz sem medida.
Sua virtude é sua bússola,
sua intuição é guia.
Escute as pistas que te encorajam,
por detrás de ruídos que te abaixam.
Não perca tempo desejando que tudo fosse diferente,
reconheça o contexto, as pessoas e o ambiente.
Viva com dignidade, humildemente!
Se a felicidade parecer distante,
use seus dois pés e ande.

Talvez conheça quem esteja perdido, sem um sonho para alcançar ou sem buscar onde querem chegar.
Para onde caminham? Para quê caminham? E caminham, ou estão no comodismo de um mesmo lugar?
Esbravejando para o mundo que não os pode consolar. Culpando a política, a conjuntura, o cachorro do vizinho ou a quem queira a responsabilidade terceirizar.

Às vezes mundo intimida. Mas é a si que devem olhar para sair do lugar, para as as pedras no sapato que as impedem de andar. Ódio, ressentimento, raiva, mágoa ou qualquer outro que as faça olhar mais para baixo ou para trás do que para frente e para cima e ter fé de avançar. Para ir, fluir. Na realidade, alguém tem certeza exata de onde um caminho vai culminar, de todos os passos a dar, paisagens e vislumbrar, obstáculos a superar?

As vezes estamos assim e é preciso parar, ou reduzir. As vezes vemos alguém dessa ou outra maneira e precisamos discernir. A mesma situação é ruim para um e bom para outro, talvez por uma simples questão de ponto de vista. Que nada mais é, que a vista de um ponto. A interpretação de mundo de alguém não te pertence, cada um sabe a lente que usa, o sapato que calça para caminhar. Quem somos nós para julgar sem os calçar?

Se a vista estiver embaçada, se  o sapato tiver areia ou pedras, quem é que pode tirar? A própria pessoa, mesmo que possa um auxílio a outros solicitar, e assim modificar a maneira de andar,  tornar mais leve o caminhar...

Mostre a sua verdade e aceite outras.
Não tente mudar as pessoas, suas verdades são a sua condição, e baseiam-se em experiências únicas.
Não aponte um dedo se não quiser ter 4 apontados para você.
Saiba argumentar. Defender uma ideia não é brigar!
Abrir ao diálogo é diferente de somente falar.  
Cada um precisa seguir seu caminho e descobrir as portas que existem para passar.
E você dar o mapa não é o que vai ajudar.
Você sequer sabe exatamente de onde elas vêm e onde querem chegar.

Mostre seu caráter no exemplo, seja transparente, seja integro.
Cante alto as virtudes para a todos apresentar, mas não precisa se afirmar, só seja o que acredita.
Assim é melhor para a consciência e para confiar. Quem estiver pronto para perceber entenderá. 
É sutil a diferença entre ver e perceber, olhar e enxergar, ouvir e escutar.

E nesse caminho, mude quando sentir que é a hora, não para agradar alguém. Dê seus passos pelo que consegue compreender, senão pode ser que perdido fique você. Mas busque sempre avançar e se encontrar no caminhar. A sua natureza é saúde, é felicidade, é alegria, harmonia, sabedoria e bem estar.

Cada um sabe o que é ser o que é
Cada um tem o seu cada um
Tem em si um mundo
E é no mundo um.

Cada um vive o que pode
Ou se vira e se sacode.
Cada um tem sua trama
Pode escolher ser comédia, romance, aventura, drama.

Cada um tem sua cabeça
Para interpretar o que lhe aconteça
Para mandar no pescoço
Para virar para bons ares.
Para refrescar nas marés dos mares.

Cada um tem suas razões
Embora ninguém tenha plena razão
Cada escolha tem sua estrada.
Em cada uma, algum ponto de partida
retas, curvas, bifurcações, retornos
E também, algum ponto de chegada.

Autora: Nathalia Wilke

Gaby

Tem quem não saiba aonde está...
A Gaby sempre sabe!
Tem quem não saiba para onde pode ir...
A Gaby sempre sabe!
Tem quem não saiba como fazer....
A Gaby sempre sabe!

A Gaby é um sucesso...
Cuidado mulheres, se uma Gaby aparece a vida de vocês pode mudar.
Minha mãe já diz que tem quem escute mais a Gaby do que todos...
Mas realmente esta Gaby...
Se eu não fosse eu, queria ser ela...
Vai ser tão bem orientada assim lá no Japão
( E olha que ela também não deixaria a desejar)

A Gaby pode ser uma grande amiga e companheira de caminho...
Ainda vou sair com uma desbravando os lugares... eu e ela juntas poderemos ir aonde quisermos, aonde eu não sei o caminho a Gaby sabe...

Apresento a vocês a Gaby, um fenômeno revolucionário para pessoas que assim como eu não tem o senso de direção muito apurado, tem outras qualidades... hehehe... (A título de curiosidade, minha mãe disse que quando criança eu não tive nenhum problema de exploração do espaço. Pelo contrário. Para quem estuda o desenvolvimento humano é curioso isto, muito! :P hehehe... )


Rótulos...

chamar alguém de feia não te deixa mais bonita;
ficar sem comer não te deixa um palito;
excluir uma pessoa não te torna mais popular;
xingar alguém de gordo não te emagrece;
dizer que uma pessoa é triste não traz felicidade;
falar que alguém é fraco não te fortalece;
dizer que uma pessoa é metida não te traz a humildade;
falar que alguém é insignificante não te engrandece;
dizer que uma pessoa é falsa não te leva à verdade;
dinheiro não compra felicidade;
ser famoso é diferente de ser querido;
conhecer muita gente não é o mesmo que ter amigos;
atração é diferente de amar;
sexy não é o mesmo que vulgar;
Atacar não é vencer.
Estar bem é o maior prazer.
Esqueça de viver a vida dos outros e olhe mais para você!

16 de maio de 2011

Estigmas

A gente tem tanto poder no agir
A gente pode falar, julgar, dizer, apontar, ferir.
Quem diz sempre o que quer fala muito o que não deve
Quem faz sem pensar por muitas vezes caí em equívoco
Quem vive de valores, amor, integridade, se aceita, se gosta, se permite, perdoa, se conhece, tolera, entende, vive com graça e em harmonia consigo como também ao redor.

As nossas ações em relações podem ser diversas
Fazemos pensamentos, fazemos idéias, fazemos atitudes, crenças
Já pensaram o quanto de influência temos na vida de alguém?
Nem sempre se exprime marca visível as lembranças e experiências que são tão vivas quanto o que se vê ou mais ainda...

A palavra pronunciada, a flecha lançada e a oportunidade perdida.
Três que não voltam mais
Fica guardado em pele ou à flor da pele o tudo quanto se vê, tudo quanto se ouve, tudo quanto se sente a respeito do mundo, das pessoas e sobre vida.
Fica marcado por dentro e aparente por fora em quem é transparente

Criar estigmas é fácil, depois a arte é conviver
Se for para imprimir marcas na vida sua ou de alguém que seja para o bem
Desperte o seu potencial em florir e perfumar a vida de quem ver
Nunca passaremos por um mesmo caminho duas vezes
Nem todos que a gente encontra poderemos voltar um dia a rever
mas seja constante em espalhar o melhor que traz em si esteja aonde estiver

Sempre fica um pouco de perfume nas mãos de quem oferece flores!


Com vocês a tatuagem...

Lírio, flor dentre as mais belas e perigosas, respeitando a sua natureza pode-se apreciar toda a sua beleza!


acordar... A COR DAR

O meu futuro não existe... 
É sempre o presente que vai se modificando e se tornando o que antes era uma idéia vaga de futuro... 
Sei não...
Mas algo me diz que o caminho é ser feliz...
:D




"E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar...
Não tem tempo nem piedade, nem tem hora para chegar"
(Aquarela - Tom Jobim)



Galo cantando...

Ou cantando o galo?

“Era um time, muito engraçado, camisa rosa, tudo viado. Libertadores? Não tinha não! Só tinha um título da 2a divisão... E ainda tinha, o tal do Rick, e o mascote é a Hello Kitty. Sem um caneco o que fazer? Torcer pro time que for vencer! Me fala um título de expressão? É A CHACOTA DO MINEIRÃO!!!!” (By Facebook do Leo Bosco)


GENTE, A MEEEELHOR PARTE DE TER UM TIME É PODER ZUAR COM AS PESSOAS... MAS VAMOS ENTENDER QUE NEM SEMPRE SE GANHA, NEM SEMPRE SE PERDE E SABER VIVER ISSO....


PAZ!!! 


E VIVA A ALEGRIA NO FUTEBOL, A RIVALIDADE SAUDÁVEL :D


Um dia na casa da vovó!

15 de maio de 2011

E eles vieram do Brasil...

Minha mãe e o Kandi (Padrasto) chegariam do Brasil por volta de 13hrs do dia 28. Desde então fiquei esperando por um telefonema de notícias, ciente de que existia entre esta ação a passagem pela alfandega, que demanda certo tempo, pegar carro, talvez dificuldades de conseguir ligar apesar das instruções, opção de ligar quando saisse de Lisboa e fosse para Évora.
As 16hrs lá vai eu fazer uma prova de Controle Motor, quando saí nada do telemóvel ter tocado. Ansiosa, doida para o reencontro depois de 8 longos meses eu não conseguiria ficar quieta ou me concentrar no que quer que fosse. Então peguei o endereço do hotel que sabia que ficariam em Évora, joguei no google maps (o cara que entende de todos os endereços e me salva em âmbito nacional e internacional) . Pronto... já sabia o caminho. Olhei meio que rápido, memorizei, lembro de ter visto uma previsão de 8 minutos de distância e lá fui eu.  Quando eles ligassem estaria já na porta do hotel. Isto se não os visse antes.
Andei, andei, andei, andei.... mais de 8 minutos, certeza que bem mais!
"Poxa, assim que o mapa dizia para fazer, não pode estar errado"
Então me veio uma luz: 8 minutos era a previsão do google para quem vai de carro.
Uhu né? 
Para tentar me animar pergunto para um Português se estou no caminho certo e se está longe... ao que ele responde positivamente as duas questões colocadas..."Tudo bem." pensei comigo... Não vou me desanimar pela constação de que ainda está longe, afinal de contas a perspectiva portuguesa do que é longe e o que é perto é bem diferente da minha como brasileira (que vive em proporções geográficas consideravelmente maiores) além do que como boa mineira que sou era simplesmente andar mais um tantinho e já era ali...
conclusão... minha mãe liga no meio do caminho e eu conto que estou chegando.... e então 45 minutos depois disso e de uma caminhada na rodovia pelo acostamento, de ter passado pela plaquinha que diz que a cidade acabou e tudo com blusa de frio (porque até antes de eu caminhar e correr esta era a sensação e somente estava com uma blusa cumprida, haha)
Finalmente... CHEGUEI!!! Longe nada... porque medir esforços, poxa... quem veio de longe não tinha sido eu... eles vieram do BRASIL....
OBS: "Filha, você está toda suada. Toma um banho, trouxe umas roupinhas para você, o chuveiro do hotel é uma delícia! Tem shampoo e sabonete aqui, toalha também. Toma!" Parece que foi ontem que tinha visto a minha mãe pela última vez... hehehe ....

O Corpo Pensante

Assisti uma palestra de Vera Monteiro que teve como tema “ O corpo pensante”. Foi riquíssimo o encontro em que ela sugere diversas obras literárias para leitura e narra em síntese o quanto cada uma alarga a sua compreensão e em qual sentido. Apesar de tratar da dança em sua profissão e do convite ter sido feito à palestrante talvez em comemoração ao dia internacional da dança (foi perto de 29 de abril apesar de eu estar postando hoje). Em nenhuma das obras fala-se especificamente da própria dança.
Peço licença à autora para colocar com as devidas atribuições o que foi transmitido da sua visão, pois achei bem interessante.  “ A dança não é um dado adquirido. Quanto menos o adquirir mais próximo estará dela.” Ela usa a dança para o trabalho performativo para perceber aquilo que necessita perceber, vê cada vez mais sentido num performer especializado (um bailarino ou um actor ou um cantor ou um músico) e cada vez mais sentido num performer especializadamente total, vê a vida como um fenômeno terrivelmente rico e complicado e o trabalho como uma luta contínua contra o empobrecimento do espírito seu e o dos outros, luta que considera essencial neste ponto da história.
Recordo de uma das colocações de que “Aquilo de sés aceitar, se ver, lutar com seus monstros é que faz tudo ter sentido”. A educação é permitir uma libertação de bloqueios e de resistências. Falar de movimento, gesto, palavra e ação é falar do ser humano. É falar de sua essência, de seus aspectos internos. 
Fazer arte é vencer fronteiras, ultrapassar nossas barreiras e arrancar máscaras cotidianas, é ter estado de espírito para uma ação com presença. Fazer arte não é meramente para atores famosos, pessoas consagradas, interpretes e dramaturgos. Fazer arte é para quem quer se conhecer.
O nosso corpo é repleto de signos, significados, expressões, compreensões que muitas das vezes não passam pelo plano meramente racionalizado mas pela sensação,  pelo experimentar das formas, texturas, cores, movimentos, sons. A racionalidade posta de pernas para o ar pode emergir uma leveza, rapidez, exatidão. A reflexão não passa meramente pelo pensamento. Estamos pensando demasiadamente rápido para refletir, processar as informações, internacionalizá-las. Senão como é possível uma compreensão. Compreender não é racionalizar, e é curioso o que foi comentado... é preciso que alguém reflita e racionalize que não é preciso racionalizar para poder compreender para que a gente compreenda que não precisa racionalizar?
Uma das obras citadas é uma famosa de Jerzy Grotowsky que chama “Para um teatro Pobre”. Narra ela um percurso de um homem incansável, de uma exigência absoluta , uma pesquisa interminável por tentar conseguir colocar o telespectador em transe. Não me recordo se foi neste livro ou em outro chamado Experimental Theatre de James Roose-Evans. Sei que de uma delas, que ainda terei que ler (com gosto) para descobrir, ela ressalta uma frase que me marcou. Fala da motivação que o homem tinha de dia a cada dia ir além do já conseguido apesar de todo o reconhecimento que acabava por ter ele não se acomodava e era mais o menos assim o dito
“ Não é o bem-estar mas a fome por ser mais. Ser aplaudido é agradável mas não é essencial. Não nos podemos deixar aprisionar por sermos aceitos. Ao ficar no lugar torna-se mais audível as palmas mas não é importante parar um caminho, freiar em um lugar.”

Para você que diz que sabe o que quer...

Eu acredito.
E tem muito que também sei.
As vezes me animo com planos.
As vezes me dá preguiça.
As vezes a gente pensa que sabe o que é bom para a gente mas a vida tem planos maiores e melhores.Tem tanto do que a gente planeja para gente que não se concretiza, tem também tanta coisa boa que acontece sem termos ter sequer pensado em sonhar um dia.
Quem imaginaria que eu teria vindo para a Europa estudar a 2 anos atrás?
Quem poderia dizer como minha vida iria estar hoje?
Quem pode dizer como estará daqui a por exemplo dois anos, dez, vinte anos?
Fazer planos para o futuro é como querer colocar rumo a um navio em um mar agitado e gigante. Às vezes a gente consegue até alguma certa precisão...mas somos humanos, não máquinas, temos fragilidades e tanto a imprevisibilidade quanto a vunerabilidade na vida é algo com que temos de conviver.
Se enxergamos isso é mais fácil encarar o fato de que não se pode ter controle sobre muitas situações... a vida nem sempre vai seguir a nossa vontade, mas é perfeita naquilo que deve ser, já dizia Chico Xavier.
Contudo a cabeça segue erguida, a vontade de navegar deve acompanhar, a coragem também! Os grandes navegadores devem a sua reputação às tempestades... 


Caminhar

A vida é cheia de perguntas que não posso responder.
Há tantas coisas que não consigo entender.
Surpresas de um caminho que ainda não trilhei.
Caminhando se faz o caminho.
Há paisagens de lugares por onde ainda pisarei.
Nascer do sol, estrela cadente.
Muita diferente gente.

(Estrada na Espanha)

Sabe o que rolou? (piada pesada e veloz)

Sabe o que rolou com meu irmão?
O carro...

Tem que rir que no final virou piada para meu primo muito criativo.
Para quem não é do Brasil não sei se a expressão/gíria do “rolou” foi interpretada como trocadilho mas enfim, agora vocês já entenderam qual era a graça do que poderia ser sem graça.
Como ficou tudo bem a gente ri, levanta a mão e agradece. Obrigada meu Deus porque apesar da perda total do veículo não aconteceu nada a ele. Nem mesmo um arranhão.
Benção divina!  :D

8 de maio de 2011

Dia das mães

Parabéns a todas as mães deste mundo!!! 
(Mesmo que o dia das mães não seja comemorado na mesma data em todo lugar o parabéns não se resume ao dia de hoje mas a todos os dias da vida e de todas as vidas...) 


Obrigada por me amar, por me aceitar, por me apoiar
Obrigada por me ver crescer, me conceber, em mim crer.
Obrigada por existir, pelo meu existir, por a cada tombo me incentivar a insistir, a cada passo meu você sorrir, cada vitória aplaudir.
Obrigada por seu amor, por seu labor 
Agradeço imensamente, eternamente, incansavelmente...


Vou sempre te amar, adorar e lembrar!!!






                                                                       Eu e minha mãe no Porto... eu e um porto seguro... 

2 de maio de 2011

Cade a Pepê?

Minha cachorrinha fugiu e sumiu. Alguém a viu?
Não tem jeito de voltar para minha casa no Brasil e ela ser a mesma sem a Pepê. O que eu vou fazer? 

Tenho um blog, pensei eu.... e meu blog tem tido um número considerável de acessos.
Então queridos leitores, compartilho com vocês a situação na esperança que possa ter algum efeito. 

A pepê saiu pela porta na ocasião de uma rápida abertura, no dia tinha ido ao Petshop e estava linda 

(Ainda mais...)
Ela é poodle toy, tem o pelo abricot é toda fofa e me dá saudades... pensar em não vê-la mais me aperta o coração... 
Meu desejo maior é que ela esteja bem!...
Que quem a tenha visto pego goste tanto quanto eu...
Porque como ela é eu acredito que alguém se apaixonou pela rua e a acolheu...
Mas mesmo assim sinto dizer dizer que não há possibilidade de gostar como gosto. 
É impossível medir ou exprimir em palavras o quanto este pequeno grande ser é e foi importante pra mim desde o primeiro contato... o tanto de diferença na minha vida, tudo que já conversamos silenciosamente ou não e que eu me sentia pelo menos entendida e ela olhava bem para mim como se realmente estivesse me entendendo.
E entendia... ressaltando principalmente a parte que eu dizia "Vamos passear?" ou "Deita" e recebia uma resposta imediatamente. No segundo caso a resposta tinha relação direta com o fato de eu ter ou não um aperitivo para oferecer. hehe...

Se por acaso a virem diz para voltar para casa?...