Vários países, entre os quais a Inglaterra e a França, já discutem a ideia de que medições como o PIB são ineficientes para aferir o grau de desenvolvimento de uma nação e de que a felicidade deveria entrar na contabilidade. Esse debate entrou no Brasil com um movimento pela inclusão do direito à felicidade na Constituição.
Um dos pontos principais da nossa existência é a busca por ser feliz.
Em cada tentativa, em cada procura, em cada encontro, em cada iniciativa, em cada movimento que temos em nossa vida nosso principal objetivo creio ser o de estarmos bem. Por mais que isso custe um esforço que não traz uma recompensa momentânea. Mas queremos estudar em lugar bom, queremos um emprego bom, um salário bom, queremos amigos que possamos contar, um lugar digno de se viver.

Eu já fui do tipo de pessoa que pensava que a felicidade do outro era mais importante que a minha, e fazendo tudo pela felicidade do outro às vezes esquecia de mim mesma... Quantas vezes já fechei os olhos para o fato de não estar sendo valorizada para agradar, quantas vezes ainda que inconscientemente abri mão do meu potencial para poder fazer o que esperavam ou queriam de mim... mas sem levar em conta o que eu esperava ou eu queria de mim mesma
Acho interessante e gosto de quem se importa que o outro esteja feliz, prezava por isso mas comecei a me questionar os processos para conseguir isto melhor. Tenho a dizer que não se confundam em abdicar de si neste processo de buscar trazer um bem, até para conseguir espalhar felicidade temos nós de estarmos buscando-a para si, temos que nos amar para amar aos outros de verdade. Aprender a nos amar pela compaixão e pelo seu bem-estar, por nos valorizar enquanto seres humanos e num papel social que melhore nossa comunidade.
Amem-se. Cuidem-se. Tenham compaixão. Espalhem essa semente pelo agir, sintam o quanto é gratificante e quão efetivo pode ser.O exemplo ensina e inspira. E a felicidade acaba por ser uma conquista de cada um, que depende do contexto mas em maior parte de nossas escolhas. Escolhas que vem de pensamentos, de ações, de hábitos. Você pode fazer o seu papel mas somente é responsável por decidir pela sua felicidade. Temos de ter atenção, para não colocarmos ela tão longe que nunca esteja onde estamos.
O pensamento é chave, Dalai Lama diz: "podemos dividir todo tipo de felicidade e sofrimento em duas categorias principais: mental e física. Das duas, é a mente que exerce a maior influência em muitos de nós. A menos que estejamos gravemente doentes, ou privados de nossas necessidades básicas, a condição física representa um papel secundário na vida. Se o corpo está satisfeito, praticamente o ignoramos. A mente, entretanto, registra cada evento, por mais pequeno que seja. Por isso, deveríamos devotar nossos mais sérios esforços à produção da paz mental. Ele diz que a partir de sua própria limitada experiência, descobri que o mais alto grau de tranqüilidade interior vem do desenvolvimento do amor e da compaixão."
"Quanto mais nos ocuparmos com a felicidade alheia, maior se tornará nossa sensação de bem-estar. O cultivo de sentimentos amorosos, calorosos e próximos para com os outros automaticamente descansa a mente. Isto ajuda a remover quaisquer temores ou inseguranças que possamos ter e, nos dá força para enfrentarmos quaisquer obstáculos que encontramos. É a principal fonte de sucesso na vida. Enquanto vivemos neste mundo estamos destinados a encontrar problemas. Se, nessas ocasiões, perdemos a esperança e nos desencorajamos, diminuímos nossa habilidade de encarar as dificuldades. Se, por outro lado, nos lembramos que não se trata apenas de nós, mas, que todos têm de passar por sofrimento, esta perspectiva mais realista aumentará nossa capacidade e determinação para sobrepujarmos os problemas. Na verdade, com essa atitude, cada novo obstáculo pode ser encarado como sendo mais uma valiosa oportunidade de aprimorar nossa mente! Desse modo, podemos gradualmente nos esforçar para nos tornarmos mais compassivos, ou seja, podemos desenvolver tanto a genuína empatia pelo sofrimento dos outros, quanto a vontade de ajudar a remover sua dor. Como resultado, crescerá o nossas próprias serenidade e força interior."
Um dos pontos principais da nossa existência é a busca por ser feliz.
Em cada tentativa, em cada procura, em cada encontro, em cada iniciativa, em cada movimento que temos em nossa vida nosso principal objetivo creio ser o de estarmos bem. Por mais que isso custe um esforço que não traz uma recompensa momentânea. Mas queremos estudar em lugar bom, queremos um emprego bom, um salário bom, queremos amigos que possamos contar, um lugar digno de se viver.

"A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote
louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema:queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor.. não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.
É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista."
(Mário Quintana - Felicidade Realista)
Há momentos em que nos indignamos, sentimos o coração pulsar com ansiedade, temos uma raiva por vermos o nosso bem-estar ameaçado, a nossa liberdade de ser, nossa auto-estima ou dignidade atacada. Tem coisa que nos faz mal e a gente sabe. As vezes aceitamos o que não gostamos por saber que vai trazer um retorno que nos fará bem... no fundo, até manter algumas de nossas insatisfações são uma forma de lutar pelo que chamamos de felicidade.
Porque a gente acorda de madrugada e pega um ônibus lotado? Temos um propósito maior. E cabe a nós ver até que ponto nossas decisões são de fato algo que vale ser vivido por uma causa maior. Ou se é algo que precisamos de decidir diferente para viver diferente, para ser diferente porque prejudica nossa integridade.
Um atleta por exemplo que busca a vitória em uma competição... ele deve questionar consigo se horas de treino extras podem não contribuir para o que ele chama de felicidade. Se sobrecarregar é se prejudicar, o repouso é necessário. Senão pode ocorrer fadiga, stress, lesão... a gente pensa nos nossos limites, nas nossas necessidades, até quando podemos para buscar nossos sonhos?
As vezes a ânsia por conseguir as coisas fora do tempo e fora do ritmo natural da vida deixa que os processos deixem de acontecer de forma natural, deixam escapar a felicidade por detalhes simples...
Como a noite de sono que você perdeu para poder trabalhar e que no outro dia não permitiu sua concentração. Que tal este exemplos super comum?
"Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo.
Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça de que a
felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir
embora por não perceber sua simplicidade.
Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração.
Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade..."
(Mário Quintana - Felicidade Realista)
Acho interessante e gosto de quem se importa que o outro esteja feliz, prezava por isso mas comecei a me questionar os processos para conseguir isto melhor. Tenho a dizer que não se confundam em abdicar de si neste processo de buscar trazer um bem, até para conseguir espalhar felicidade temos nós de estarmos buscando-a para si, temos que nos amar para amar aos outros de verdade. Aprender a nos amar pela compaixão e pelo seu bem-estar, por nos valorizar enquanto seres humanos e num papel social que melhore nossa comunidade.
Amem-se. Cuidem-se. Tenham compaixão. Espalhem essa semente pelo agir, sintam o quanto é gratificante e quão efetivo pode ser.O exemplo ensina e inspira. E a felicidade acaba por ser uma conquista de cada um, que depende do contexto mas em maior parte de nossas escolhas. Escolhas que vem de pensamentos, de ações, de hábitos. Você pode fazer o seu papel mas somente é responsável por decidir pela sua felicidade. Temos de ter atenção, para não colocarmos ela tão longe que nunca esteja onde estamos.
O pensamento é chave, Dalai Lama diz: "podemos dividir todo tipo de felicidade e sofrimento em duas categorias principais: mental e física. Das duas, é a mente que exerce a maior influência em muitos de nós. A menos que estejamos gravemente doentes, ou privados de nossas necessidades básicas, a condição física representa um papel secundário na vida. Se o corpo está satisfeito, praticamente o ignoramos. A mente, entretanto, registra cada evento, por mais pequeno que seja. Por isso, deveríamos devotar nossos mais sérios esforços à produção da paz mental. Ele diz que a partir de sua própria limitada experiência, descobri que o mais alto grau de tranqüilidade interior vem do desenvolvimento do amor e da compaixão."
"Quanto mais nos ocuparmos com a felicidade alheia, maior se tornará nossa sensação de bem-estar. O cultivo de sentimentos amorosos, calorosos e próximos para com os outros automaticamente descansa a mente. Isto ajuda a remover quaisquer temores ou inseguranças que possamos ter e, nos dá força para enfrentarmos quaisquer obstáculos que encontramos. É a principal fonte de sucesso na vida. Enquanto vivemos neste mundo estamos destinados a encontrar problemas. Se, nessas ocasiões, perdemos a esperança e nos desencorajamos, diminuímos nossa habilidade de encarar as dificuldades. Se, por outro lado, nos lembramos que não se trata apenas de nós, mas, que todos têm de passar por sofrimento, esta perspectiva mais realista aumentará nossa capacidade e determinação para sobrepujarmos os problemas. Na verdade, com essa atitude, cada novo obstáculo pode ser encarado como sendo mais uma valiosa oportunidade de aprimorar nossa mente! Desse modo, podemos gradualmente nos esforçar para nos tornarmos mais compassivos, ou seja, podemos desenvolver tanto a genuína empatia pelo sofrimento dos outros, quanto a vontade de ajudar a remover sua dor. Como resultado, crescerá o nossas próprias serenidade e força interior."
(Dalai Lama)
FELICIDADES leitores!
Estando ou não na Constiuição, ser feliz é um direito e sempre foi. Aliás, ser feliz é um dever.
ResponderExcluirConcordo com Quintana, não somos felizes porque não sabemos ser. Buscamos a felicidade fora de nós, quando ela está é no "dentro" mesmo. Quem tiver coragem de se encarar, se conhecer, vai descobrir.
é isso ai...
ResponderExcluir"Estando ou não na Constiuição, ser feliz é um direito e sempre foi. Aliás, ser feliz é um dever." Arrasou :D
Obrigada pela participação Bárbara!!!
Sim concordo plenamente com o comentário anterior! Ser feliz é um dever!
ResponderExcluirEspero que esteja tudo bem contigo Nath! Fiquei com muita pena de vos ter conhecido tão pouco...mas do que conheci deu para perceber que são pessoas fantásticas com lindos corações! Beijinhos*** :)
Valeu o reforço, obrigada Ana!!
ResponderExcluirEstá tudo bem sim, pena mesmo termos nos conhecido pouco... saiba que também tive a mesma sensação com relação à você! E do pouco que a pude conhecer sei que é uma pessoa doce e de coração lindo!
Desejo tudo de bom sempre na sua vida! =))
bjinhos