Com o passar do tempo e experiências, novos caminhos se tornam possíveis.
Abrir portas é se sentir apto para passar para outra fase.
Pode ser alguma relacionada a um mesmo tema, mas que nos leve para aonde ainda não exploramos, que nos permita caminhar adiante, em lugares que queremos e podemos conhecer.
Pode ser alguma relacionada a um mesmo tema, mas que nos leve para aonde ainda não exploramos, que nos permita caminhar adiante, em lugares que queremos e podemos conhecer.
Quando um ciclo ou etapa termina é o fim de uma trajetória que percorremos.
Precisamos fechar uma porta e isso não significa trancar e perder o acesso.
Significa continuar avançando para as que nos tiram do cômodo.
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Como seguir em mais de uma direção de uma vez?
Como entrar no novo se estamos apegados demais ao antigo?
Precisamos saber o que levar dos caminhos que percorremos, ter referências, saber aonde buscar soluções e seguir! É preciso vencer o desafio de adaptarmo-nos a novos contextos.
Portas que não decidimos se fechamos ou deixamos abertas fazem ruídos...
Portas que não decidimos se fechamos ou deixamos abertas fazem ruídos...
Uma entreaberta nos faz olhar para trás e hesitar, nos confunde o rumo.
Uma porta entreaberta mostra nossa insegurança em seguir.
Nosso anseio de a qualquer momento poder voltar para onde estivemos:
Fugir para o mais confortável.
Quais portas queremos abrir?
Quais portas precisamos fechar para seguir?
Uma porta entreaberta mostra nossa insegurança em seguir.
Nosso anseio de a qualquer momento poder voltar para onde estivemos:
Fugir para o mais confortável.
Quais portas queremos abrir?
Quais portas precisamos fechar para seguir?
Que cada um de nós seja centro do processo das experiências.
Fechando e abrindo delicadamente as portas.
Começando e encerrando ciclos.
Sendo sujeitos da própria história.
Autora: Nathalia Wilke

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